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terça-feira 13 novembro 2018
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Fundações partidárias discutem agenda comum após eleições

A eleição para a presidência da república é tema que preocupa os representantes das fundações partidárias: João Mangabeira (PSB), Lauro Campos (PSOL) , Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (PDT), Maurício Grabois (PCdoB), da Ordem Social (PROS) e Perseu Abramo (PT). Os representantes destas Fundações estiveram reunidos na tarde desta terça-feira (6/11), na sede da Fundação João Mangabeira, para definir uma agenda comum baseada na defesa dos direitos sociais e trabalhistas da maior parcela da população, que se encontram ameaçados pelo novo governo eleito.

“ Trata-se de um debate necessário nesse momento de reflexão e compreensão do momento político atual que vive o Brasil, o papel das fundações partidárias é exatamente esse: de formular e debater o pensamento partidário com os parlamentares, dirigentes partidários, militância e a sociedade. A união de seis fundações é um esforço que fazemos para enfrentar as duras reformas que serão colocadas na agenda política pelo governo eleito ”, é o que diz Alexandre Navarro, presidente da Fundação João Mangabeira.

O grupo discutiu estratégias comuns para enfrentar o pacote de reformas e medidas impopulares do próximo governo, que deverão entrar em pauta no Congresso Nacional. A ideia é criar uma frente parlamentar para se opor à medidas restritivas de direitos, principalmente, a Reforma da Previdência, que pela avaliação dos presentes, poderá entrar em pauta ainda este ano. As fundações deverão mobilizar parlamentares, militância partidária e a população brasileira para mostrar os retrocessos representados pelas medidas que o novo governo pretende tomar nos próximos meses.

Para a próxima reunião do grupo, que irá ocorrer ainda em dezembro, cada  fundação partidária deverá elaborar e propor um documento de análise de conjuntura. Na segunda quinzena de janeiro de 2019, será realizada uma oficina para aprofundar a análise do novo governo e traçar estratégias de oposição.

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